Cléa Sá

WAGNER BARJA


O atual diretor do Museu da República em Brasília/DF é um artista-poeta.
Curador, crítico de arte e artista plástico nasceu no Rio de Janeiro e é radicado em Brasília desde os anos 70.

Sua trajetória pode ser vista em dois grandes espaços do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília/DF.

Com a Curadoria de Marisa Flórido Cesar, a “Experiência O Tumulto III” traz o panorama de 30 anos de sua carreira e a obra inédita “Jonas”. São instalações, objetos fundidos em bronze, alumínio e acrílico, fotografias em grandes dimensões, vídeos e gravuras.
Um amplo espaço é dedicado à “Poesia Semântica”, onde palavras são ligadas à linguagem visual e é resultado de pesquisa do trabalho realizado a partir de 1984 e premiado em 2006. O módulo pesquisado foi recriado especialmente para a exposição.


A obra “Jonas” é inspirada em um verdadeiro crânio de baleia. A partir daí Barja, em 20 peças, recriou vértebras em peças fundidas em bronze e alumínio que são as telas de vídeos onde reconstrói o mito-literatura do profeta Jonas, engolido pela baleia.

A criação artística de Barja é desenvolvida em diversas linguagens investigadas e pesquisadas onde expressa o humor e a poesia.

A maior parte do acervo é inédita no Brasil.

Wagner expôs em Madri e em Buenos Aires, apresentou no Brasil mostras individuais entre 1986 e 2001 e Coletivas entre 1984 e 2005.

A “Experiência O Tumulto I e II” foram apresentadas respectivamente em 2000 e 2001 na Galeria Macunaíma, no Rio de Janeiro.

O que está aqui descrito não se compara à emoção e surpresa que a visita à exposição traz ao espectador.

REFERÊNCIAS:
-CCBB- CENTRO CULTURAL DO BANCO DO BRASIL- exposição “ Experiência O Tumulto III”- abril 2015;
-Exposição “O Burro sem Rabo” – galeria Macunaíma -1996;
-Alex HAMBURGER- revista urbana nº 2/RJ- 1986;
-Fotos :Peninha – Internet
-Brasília, 23 e março de 2015

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